Técnico Gestor de Caso EAS Lisboa Serviço Social
Posted:
28 October 2026 (21 hours ago)
Application Deadline:
25 January 2027
Vacancies:
1 Vacancy
Job Summary
Propósito da Função
O/A Gestor/a de Caso da Equipa de Autonomia Supervisionada assegura o acompanhamento integrado e individualizado dos jovens desde a admissão até à saída da resposta promovendo o seu bem-estar desenvolvimento e progressiva autonomização.
A função avalia necessidades e potencialidades coordena a construção implementação e monitorização dos Planos Individuais de Intervenção para a Autonomização (PII) articula recursos internos e externos e apoia os jovens na preparação da transição para a vida autónoma em alinhamento com a missão os valores a legislação aplicável e os princípios de salvaguarda infantil.
Responsabilidades e Tarefas
Cooperação com a Organização Aldeias SOS
Identificar-se com os valores missão e visão da Organização respeitando os seus princípios institucionais;
Cumprir o Código de Conduta as políticas normas e procedimentos internos aplicáveis;
Articular com as diferentes áreas da Organização garantindo uma atuação alinhada e colaborativa;
Assegurar os reportes requeridos e prestar a colaboração solicitada a nível nacional ou internacional.
Salvaguarda Infantil
Conhecer cumprir e promover a Política de Salvaguarda Infantil e os procedimentos de proteção em vigor;
Adotar uma conduta que salvaguarde a segurança dignidade privacidade direitos e superior interesse das crianças e jovens;
Manter limites profissionais adequados e relações baseadas no respeito confiança não discriminação e participação do jovem;
Utilizar dados imagens histórias e testemunhos apenas quando autorizados e estritamente necessários respeitando consentimentos e confidencialidade;
Reportar imediatamente suspeitas ou situações de risco abuso exploração violência ou mau trato pelos canais definidos sem averiguações autónomas;
Participar nas formações obrigatórias de salvaguarda infantil.
Avaliação Planeamento e Gestão do Caso
Acompanhar cada jovem desde a admissão até à saída assegurando uma visão integrada do seu percurso;
Avaliar necessidades potencialidades fatores de risco e recursos em articulação com o jovem e a equipa;
Planear implementar monitorizar e avaliar o Plano Individual de Intervenção para a Autonomização (PII) assegurando a participação ativa do jovem;
Definir metas progressivas para a transição para a vida autónoma e ajustar a intervenção sempre que necessário;
Manter registos rigorosos atualizados e confidenciais nos instrumentos e sistemas definidos.
Acompanhamento Individual e Autonomia
Realizar acompanhamento individual nas dimensões da saúde educação formação empregabilidade relações sociais desenvolvimento emocional gestão doméstica e financeira e identidade;
Promover competências pessoais sociais e práticas necessárias à vida autónoma respeitando o ritmo e as escolhas do jovem;
Apoiar a tomada de decisões a gestão de dificuldades e a mobilização de recursos pessoais e comunitários;
Promover autodeterminação participação e responsabilidade;
Identificar sinais de risco ou necessidade de apoio acrescido e comunicá-los à equipa.
Articulação com Equipa e Comunidade
Articular com a equipa da resposta assegurando coerência entre o PII e as intervenções realizadas;
Promover a integração comunitária mobilizando recursos de saúde educação emprego habitação documentação justiça lazer e participação cívica;
Estabelecer articulação com entidades públicas privadas e sociais respeitando consentimento e regras de partilha de informação;
Participar em reuniões de equipa reuniões de rede e outros momentos de articulação;
Apoiar a preparação da saída e a continuidade do acompanhamento.
Relatórios e Monitorização
Elaborar registos relatórios e documentos técnicos sobre a execução e evolução do PII;
Facultar nos termos definidos a informação necessária às entidades competentes;
Monitorizar objetivos indicadores progressos dificuldades e riscos;
Cumprir prazos procedimentos e requisitos de reporte;
Contribuir para a avaliação da resposta e melhoria das práticas.
Jovens
Apoiar a integração inicial de jovens;
Apoiar diligências nas áreas da saúde educação regularização documental;
Contribuir para a avaliação e encaminhamento para a resposta social mais adequada;
Respeitar especificidades culturais linguísticas e individuais promovendo uma intervenção não discriminatória.
Conformidade e Ética
Cumprir regras de proteção de dados confidencialidade e consentimento informado;
Atuar de acordo com a legislação de promoção e proteção de crianças e jovens em risco e o enquadramento da autonomização;
Reconhecer os limites da intervenção e solicitar orientação quando necessário;
Sinalizar riscos e constrangimentos à Direção Técnica e à equipa.
Desenvolvimento Pessoal e Profissional
Assumir responsabilidade pelo seu desenvolvimento profissional e participar em formação relevante;
Refletir sobre a prática solicitar supervisão e feedback e partilhar aprendizagens com a equipa;
Comunicar necessidades e utilizar os apoios disponibilizados;
Contribuir pelo exemplo para um ambiente saudável respeitador inclusivo e colaborativo.
Requisitos
Formação e Experiência
Licenciatura em Serviço Social;
Experiência em integração social e comunitária e/ou intervenção com crianças jovens ou famílias vulneráveis;
Conhecimentos de desenvolvimento humano desenvolvimento juvenil e transição para a vida autónoma;
Conhecimentos da Lei de Proteção de Crianças e Jovens em Perigo;
Competências de elaboração de relatórios e articulação com diferentes interlocutores;
Disponibilidade para deslocações regulares no Porto e flexibilidade em função das necessidades dos jovens;
Carta de condução e conhecimentos de inglês (preferenciais).
Competências
Comportamentais
Responsabilidade organização e fiabilidade;
Capacidade para estabelecer relações de confiança e comunicação eficaz;
Sensibilidade aos desafios da autonomização e transição para a vida adulta;
Análise crítica planeamento tomada de decisão e resolução de problemas;
Flexibilidade resiliência e adaptação;
Trabalho em equipa e articulação em rede;
Compromisso com a participação não discriminação e melhoria contínua;
Identificação com a missão e valores da Organização.
Técnicas
Metodologias de intervenção individual gestão de caso e planos de intervenção;
Promoção e proteção de crianças e jovens e recursos comunitários;
Elaboração de relatórios e organização de processos individuais;
Microsoft Office e sistemas de informação;
Proteção de dados confidencialidade consentimento e salvaguarda infantil.
O/A Gestor/a de Caso da Equipa de Autonomia Supervisionada assegura o acompanhamento integrado e individualizado dos jovens desde a admissão até à saída da resposta promovendo o seu bem-estar desenvolvimento e progressiva autonomização.
A função avalia necessidades e potencialidades coordena a construção implementação e monitorização dos Planos Individuais de Intervenção para a Autonomização (PII) articula recursos internos e externos e apoia os jovens na preparação da transição para a vida autónoma em alinhamento com a missão os valores a legislação aplicável e os princípios de salvaguarda infantil.
Responsabilidades e Tarefas
Cooperação com a Organização Aldeias SOS
Identificar-se com os valores missão e visão da Organização respeitando os seus princípios institucionais;
Cumprir o Código de Conduta as políticas normas e procedimentos internos aplicáveis;
Articular com as diferentes áreas da Organização garantindo uma atuação alinhada e colaborativa;
Assegurar os reportes requeridos e prestar a colaboração solicitada a nível nacional ou internacional.
Salvaguarda Infantil
Conhecer cumprir e promover a Política de Salvaguarda Infantil e os procedimentos de proteção em vigor;
Adotar uma conduta que salvaguarde a segurança dignidade privacidade direitos e superior interesse das crianças e jovens;
Manter limites profissionais adequados e relações baseadas no respeito confiança não discriminação e participação do jovem;
Utilizar dados imagens histórias e testemunhos apenas quando autorizados e estritamente necessários respeitando consentimentos e confidencialidade;
Reportar imediatamente suspeitas ou situações de risco abuso exploração violência ou mau trato pelos canais definidos sem averiguações autónomas;
Participar nas formações obrigatórias de salvaguarda infantil.
Avaliação Planeamento e Gestão do Caso
Acompanhar cada jovem desde a admissão até à saída assegurando uma visão integrada do seu percurso;
Avaliar necessidades potencialidades fatores de risco e recursos em articulação com o jovem e a equipa;
Planear implementar monitorizar e avaliar o Plano Individual de Intervenção para a Autonomização (PII) assegurando a participação ativa do jovem;
Definir metas progressivas para a transição para a vida autónoma e ajustar a intervenção sempre que necessário;
Manter registos rigorosos atualizados e confidenciais nos instrumentos e sistemas definidos.
Acompanhamento Individual e Autonomia
Realizar acompanhamento individual nas dimensões da saúde educação formação empregabilidade relações sociais desenvolvimento emocional gestão doméstica e financeira e identidade;
Promover competências pessoais sociais e práticas necessárias à vida autónoma respeitando o ritmo e as escolhas do jovem;
Apoiar a tomada de decisões a gestão de dificuldades e a mobilização de recursos pessoais e comunitários;
Promover autodeterminação participação e responsabilidade;
Identificar sinais de risco ou necessidade de apoio acrescido e comunicá-los à equipa.
Articulação com Equipa e Comunidade
Articular com a equipa da resposta assegurando coerência entre o PII e as intervenções realizadas;
Promover a integração comunitária mobilizando recursos de saúde educação emprego habitação documentação justiça lazer e participação cívica;
Estabelecer articulação com entidades públicas privadas e sociais respeitando consentimento e regras de partilha de informação;
Participar em reuniões de equipa reuniões de rede e outros momentos de articulação;
Apoiar a preparação da saída e a continuidade do acompanhamento.
Relatórios e Monitorização
Elaborar registos relatórios e documentos técnicos sobre a execução e evolução do PII;
Facultar nos termos definidos a informação necessária às entidades competentes;
Monitorizar objetivos indicadores progressos dificuldades e riscos;
Cumprir prazos procedimentos e requisitos de reporte;
Contribuir para a avaliação da resposta e melhoria das práticas.
Jovens
Apoiar a integração inicial de jovens;
Apoiar diligências nas áreas da saúde educação regularização documental;
Contribuir para a avaliação e encaminhamento para a resposta social mais adequada;
Respeitar especificidades culturais linguísticas e individuais promovendo uma intervenção não discriminatória.
Conformidade e Ética
Cumprir regras de proteção de dados confidencialidade e consentimento informado;
Atuar de acordo com a legislação de promoção e proteção de crianças e jovens em risco e o enquadramento da autonomização;
Reconhecer os limites da intervenção e solicitar orientação quando necessário;
Sinalizar riscos e constrangimentos à Direção Técnica e à equipa.
Desenvolvimento Pessoal e Profissional
Assumir responsabilidade pelo seu desenvolvimento profissional e participar em formação relevante;
Refletir sobre a prática solicitar supervisão e feedback e partilhar aprendizagens com a equipa;
Comunicar necessidades e utilizar os apoios disponibilizados;
Contribuir pelo exemplo para um ambiente saudável respeitador inclusivo e colaborativo.
Requisitos
Formação e Experiência
Licenciatura em Serviço Social;
Experiência em integração social e comunitária e/ou intervenção com crianças jovens ou famílias vulneráveis;
Conhecimentos de desenvolvimento humano desenvolvimento juvenil e transição para a vida autónoma;
Conhecimentos da Lei de Proteção de Crianças e Jovens em Perigo;
Competências de elaboração de relatórios e articulação com diferentes interlocutores;
Disponibilidade para deslocações regulares no Porto e flexibilidade em função das necessidades dos jovens;
Carta de condução e conhecimentos de inglês (preferenciais).
Competências
Comportamentais
Responsabilidade organização e fiabilidade;
Capacidade para estabelecer relações de confiança e comunicação eficaz;
Sensibilidade aos desafios da autonomização e transição para a vida adulta;
Análise crítica planeamento tomada de decisão e resolução de problemas;
Flexibilidade resiliência e adaptação;
Trabalho em equipa e articulação em rede;
Compromisso com a participação não discriminação e melhoria contínua;
Identificação com a missão e valores da Organização.
Técnicas
Metodologias de intervenção individual gestão de caso e planos de intervenção;
Promoção e proteção de crianças e jovens e recursos comunitários;
Elaboração de relatórios e organização de processos individuais;
Microsoft Office e sistemas de informação;
Proteção de dados confidencialidade consentimento e salvaguarda infantil.